Feira do Pescado nas Usinas da Paz garante pescado mais barato

Enviado por lorena.esteves em Qui, 28/03/2024 - 09:59
Foto: Victor Nylander (Nucom Seac)
Foto: Victor Nylander (Nucom Seac)

Por Chrystian Machado (SEAC)

As Usinas da Paz do Bengui e Guamá, em Belém, e do Icuí-Guajará, em Ananindeua, registraram grande movimentação de consumidores durante a Feira do Pescado 2024, na manhã desta quinta-feira (28). A iniciativa do governo do Pará garante a variedade de espécies e valores com preços geralmente até 30% inferiores aos praticados no mercado.

Promovida pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), a feira iniciou na quarta-feira (27) e encerrou na tarde desta quinta-feira (28), onde foram ofertados 100 toneladas de pescado à população. A Região Metropolitana contou com cinco pontos de vendas, incluindo as Usinas da Paz do Guamá, Bengui e Icuí-Guajará.

O pastor Herrick Bueno, de 39 anos, aproveitou a oportunidade para fazer compras com a família na Usipaz Amintas Pinheiro, no Icuí-Guajará.  "Achei uma programação bem legal, por conta da data. Podia ter toda semana. O preço é mais baixo que em outros lugares, o que beneficia as famílias que vem para cá em busca dos produtos", disse.

Preços - O preço acessível foi o que levou a consumidora Wanja Soares, de 64 anos, a ir até a UsiPaz do Benguí. Ele comprou filé de Pescada e já garantiu o produto para além do feriado de Semana Santa. “Eu moro aqui próximo no Parque Verde, vim comprar filé de Pescada e já garanti para as datas posteriores. Os preços estão bons, tá tudo muito organizado. O almoço do feriado já está garantido”, contou. 

O secretário de Articulação da Cidadania, Igor Normando, destacou a realização da programação nas Usinas da Paz. “A Feira do Pescado nas Usinas da Paz é crucial durante a Semana Santa, pois traz diretamente para as proximidades das residências uma variedade de peixes frescos a preços acessíveis. Isso possibilita que as comunidades celebrem a ocasião de forma significativa, mantendo viva a tradição religiosa e cultural”, explicou.